Abrigo de idosos tem administração

                                   reestruturada em Nova Iguaçu

                                                     

                                                       A diretoria do Abrigo de Idosos Luz de Escol, localizado no Bairro da Luz em Nova Iguaçu,

                                                       entidade beneficente sem fins lucrativos, inspirada na caridade e no amor ao próximo,

                                                       com mais de 20 anos de atividade, realizou na manhã deste sábado (03), uma reunião

                                                       com a participação dos novos membros da administração da instituição.

 

 

O empresário contábil e delegado do CRCRJ (Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro) em Nova Iguaçu, Jorge Miguel de Moura, assumiu o cargo de gestor financeiro; a sua esposa a contadora Vânia Andrade, como assistente financeira e a enfermeira Zenilda Schmidt, como a nova administradora da unidade.
Também participaram do encontro o presidente da instituição, Franklin Pacheco; o vice-presidente, Marcelo Lopes; José Martins diretor do conselho fiscal; Telma Simões, diretora social; Anderson Silva; Luiz Carlos Basoni, diretor financeiro, além dos diretores colaboradores        Paulo Marins, Abel de Oliveira, Adilson Jorge e do arquiteto Ronald Goulart, que apresentou um projeto para mudanças nas instalações que trarão diversas melhorias.

A reunião também contou com a ilustre presença do renomado empresário contábil e administrador com reconhecimento de âmbito nacional, o contador Manuel Domingues e Pinho, presidente da Domingos e Pinho Contadores e Conselheiro do CRCRJ, que possui vasta vivência, experiência e participação na administração em instituições beneficentes e será um dos colaboradores voluntários da diretoria da instituição, que passará por uma ampla reestruturação em diversas áreas, visando melhorar a qualidade de vida dos idosos assistidos.

Criada em 1991, a tarefa assistencial da instituição estava voltada para a assistência espiritual e material da denominada "população de rua", oferecendo alimentos, remédios e agasalhos para os pobres nas ruas, além da realização de curativos, cortes de cabelo e barba, etc.
Devido a grande quantidade de pessoas em situação de extrema penúria, os envolvidos no projeto sentiram a necessidade de expandir o trabalho, daí a construção do Abrigo, que, a princípio foi, chamado de "Casa de Repouso Irmã Scheilla", em homenagem à Mentora espiritual da atividade de assistência da Casa; em seguida, em reconhecimento à dedicação do falecido companheiro Jorge
Eduardo Matilha de Oliveira, um de seus fundadores, foi denominado "Abrigo Jorge Mantilha". Por fim, por consenso da diretoria, houve o entendimento de que era mais adequado que o Abrigo tivesse o mesmo nome da Instituição mantenedora, razão por que, hoje, tem o nome de "Abrigo Luz de Escol".